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GOVERNO

Líder do Centrão e presidente do PP, Ciro Nogueira, aceita assumir a Casa Civil

Bolsonaro discute tirar ministério do PL; mudanças serão confirmadas na próxima 2ª (26.jul).

21/07/2021 20h47
Por: Diário do País
Fonte: Diário do País, com SBT

O presidente Jair Bolsonaro já discute com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que vai assumir a Casa Civil, outras trocas na Esplanada dos Ministérios.   Ciro é presidente do PP e líder do Centrão, um bloco informal de partidos centro e centro-direita no Congresso.

O atual ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, deve continuar no Planalto, mas na Secretaria-Geral da Presidência. Com isso, Onyx Lorenzoni deve assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, que será criado por Bolsonaro. 

A ideia é que nos próximos meses o governo priorize ações para geração de emprego e reduza a estatística de desempregados que disparou durante a pandemia. São quase 15 milhões de pessoas que estão sem emprego. Onyx que sairia do Planalto assumiria assim um ministério com orçamento, já que hoje a Secretaria-Geral da presidência não tem recursos próprios.

Bolsonaro também avalia tirar do PL, partido de Valdemar da Costa Neto, a Secretaria de Governo, responsável pela articulação política. A deputada Flávia Arruda assumiu o ministério em abril. Se o presidente confirmar a mudança, seria uma retaliação à postura do deputado Marcelo Ramos, que é do PL e vice-presidente da Câmara. 

Nesta semana, o parlamentar está respondendo de forma interina pela presidência no lugar de Arthur Lira. Marcelo Ramos afirmou que está avaliando o teor dos pedidos de impeachment contra Bolsonaro. O embate entre o parlamentar e Bolsonaro começou por causa da aprovação, na Câmara, dos R$ 5 bilhões e 700 milhões de reais para o Fundo Eleitoral. Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, está conversando com auxiliares do Planalto pra evitar a mudança.

Outra alteração que o presidente avalia é na liderança de governo na Câmara. O deputado Ricardo Barros, do Progressistas-PR, virou alvo da CPI da Covid, no Senado. Bolsonaro quer evitar que na volta do recesso parlamentar siga o desgaste do governo e outro parlamentar deve assumir a função de Barros, que pode alegar decisão pessoal pra deixar a função.

 

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