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Coimbra Capital Europeia da Cultura 2027 é um fator transformador

O presidente da Câmara de Coimbra, José Manuel Silva, disse hoje que a candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027 representa um fator de transformação da cidade em termos culturais e da sua relação com diversos espaços.

02/12/2021 10h43Atualizado há 1 mês
Por: Diário do País
Fonte: Diário do País, com LUSA
Coimbra. Foto: arquivo
Coimbra. Foto: arquivo

"Coimbra precisa deste desafio, desta união, desta congregação de esforços e de participações de toda a região para nos transformarmos para o futuro e nos voltarmos a afirmar como a cidade que queremos e que tem todo o potencial para o ser", referiu o autarca aos jornalistas, no final da apresentação no livro de candidatura ('bid book'), no Convento São Francisco.

A cidade "tem de ficar diferente independentemente de vencer ou não a candidatura", frisou José Manuel Silva, salientando que o "conjunto de desafios transformadores plasmados no 'bid book' pode trazer uma Coimbra nova, não só em termos de atividade cultural, mas também de transformação da relação da cidade com o rio [Mondego], com a colina da Rua da Sofia, com o polo zero da Universidade, com os seus monumentos, com a penitenciária e com o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova".

"Há aqui todo um potencial de tertúlia, de cultura, de transformação, de requalificação do património, de revivificação da cidade, de transformação em termos de Coimbra ser um motor de desenvolvimento de toda esta região Centro, que efetivamente pode deixar uma Coimbra completamente diferente se vencer", sublinhou.

A cerimónia de apresentação da candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura 2027, que durou mais de duas horas, foi transmitida 'online' para São Paulo (Brasil), Dubai, Bruxelas (Bélgica), Esch (Luxemburgo) ou Cidade da Praia (Cabo Verde), onde elementos da equipa de candidatura estiveram em direto com entrevistas a personalidades ligadas à cultura.

Para o mágico Luís de Matos, que liderou a equipa, "este momento culmina três anos e meio de trabalho do grupo, de reflexão, de audição e de partilha, com um enorme entusiasmo por parte de todas as forças vivas da cidade, dos cidadãos, da região e de todas as pessoas que se juntaram a nós".

"Não sonhamos ainda com a abertura [de Coimbra Capital Europeia da Cultura] porque não vemos esta candidatura como uma agenda de programação de 12 meses. Não é de todo isso, é um projeto transformador que já começou, que já deu frutos, e que já não será igual ao que era antes deste movimento", sustentou, considerando que "há ganhos muito concretos que já são consequência do próprio processo".

O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Região de Coimbra, Emílio Torrão, considerou o projeto "visionário, porque, efetivamente, a cultura é como o rio que nos une: pode trazer uma identidade muito importantes a esta região e afirmar aquela área metropolitana como uma grande capital, na singularidade de cada um dos municípios".

 

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